terça-feira, 21 de junho de 2011

Adoção Consciente!


Antes de adotar...




  • Saiba que um animal (cão ou gato) vive em média de 12 a 20 anos e dependerá inteiramente de seu dono durante sua vida;
  • Verifique se todos da família estão de acordo e se há recursos necessários para manter o animal (ele vai precisar de ração, medicamentos e eventuais cuidados veterinários) e averiguar se há quem fique com ele durante as férias e feriados prolongados.
  • Não dê animais de presente! Não imponha um animal a quem não fez uma escolha consciente de adotá-lo. Animais não são objetos!
  • Não adote ou compre um animal de raça só porque está na moda, pois estamos lidando com vidas. Cães e gatos vira-latas são muito inteligentes e saudáveis e se bem tratados ficam tão bonitos quanto os animais de raça.
  • Lembre-se que filhotes são engraçadinhos, mas crescem e precisam de espaço. Os filhotes podem ser disciplinados e aprendem facilmente, com carinho.
  • Esteja consciente que todo animal faz xixi e cocô. Verifique quem vai se responsabilizar pela limpeza do local.
  • Lembre-se que gatos são tão carinhosos com seus donos quanto os cachorros, mas são mais independentes e podem passar tranquilamente longas horas sozinhos. Já os cachorros são carentes e gostam de ficar perto do dono e da família na maior parte do tempo. Muitos deles choram e uivam se deixados sozinhos. 
  • Se você mora sozinho e costuma ficar pouco tempo em casa, considere adotar um segundo animal para que um faça companhia ao outro.

Planeje desde já a castração, que será feita pelo seu veterinário de confiança.Vacine e vermifugue seu animal regularmente.

Nunca agrida um animal! 
Nunca deixe seu animal sem água e sem comida e tão pouco presos á correntes (o que pode torná-los agressivos).

Coloque uma plaquinha de identificação (com seu nome e telefone) no seu bichinho para o caso dele se perder. 

Para os cães, passeios são fundamentais, mas apenas com coleira/guia e conduzido por quem possa conter o animal. 
Para gatos que vivem em apartamento, é necessário telar janelas para evitar quedas fatais.

Saiba que animais também precisam de atenção, carinho, estímulos e ambiente adequado.Se necessário, eduque o animal por meio de adestramento, mas sem agressividade e respeitando suas características;

Ao passear em vias públicas, recolha e jogue os dejetos no lixo.

Jamais abandone seu animal, pois ele sofrerá todos os tipos de maus-tratos na rua, como espancamento, mutilações, envenenamento, queimaduras, etc... Ele sentirá frio, fome, sede. Ele poderá ser atropelado, ficar ferido, doente, sentir dor, medo, solidão e tristeza...

Eduque as crianças para respeitar o animal e proíba-os de bater, chutar, torcer, puxar ou ainda, jogar o animal contra paredes, de escadas e de janelas.

Lembre-se sempre que os animais domésticos só costumam agredir se forem agredidos primeiro.

Os animais não podem falar a nossa língua, eles se expressam através de sua linguagem própria, sinais faciais e comportamento.


FONTE: Mapan  http://mapan.vilabol.uol.com.br/Feirinha.htm


segunda-feira, 6 de junho de 2011

Manual de Etiqueta Sustentável


Planeta Sustentável lança manual de etiqueta




Lançado em novembro de 2007, com 33 dicas, o Manual de Etiqueta Sustentável registrou a maior tiragem da Editora Abril - 2,5 milhões. Dois anos depois, a segunda edição da cartilha impressa ganhou 87 ideias, uma versão on line em forma de teste e traduções em inglês e espanhol. 
Agora, o Manual de Etiqueta vira aplicativo para iPhone e lança nova cartilha com mais 65 dicas, também disponíveis para download. Nesta página, você acessa tudo - sua história e versões – para tornar sua rotina ainda mais sustentável. Use e espalhe!


Pegue o seu manual aqui:

A Hipocrisia Fede!!!




Analisando o texto abaixo, sobre o abate humanitário, chego às seguintes conclusões...


Tudo gira em torno do lucro, dinheiro, grana!
WSPA quer dizer: Sociedade Mundial de Proteção Animal, é uma contradição e tanto!
Mas, infelizmente, enquanto houver o consumo da carne, é o mínimo que podemos exigir para estes animais tão sofridos, afinal, o gado, os porcos e as aves são os animais que mais sofrem!
Só que precisamos de obrigatoriedade nesse trato com os animais!

Boa leitura...
Ah, tomei a liberdade de grifar alguns trechos da minha indignação!


Práticas amenizam sofrimento de aves e porcos durante abate

Fonte: G1.globo.com/globo rural


Cada vez mais o mercado busca alternativas para o bem-estar dos animais.

A intenção é produzir carne com menos sofrimento.

A carga é pesada, mas delicada. Afonso Roque, que faz transporte de suínos há 16 anos, sempre soube disso. Mas foi depois de um curso sobre bem-estar animal que ele passou a pisar mais leve. “Tem que ter cuidado senão amontoa os porcos”, diz.

Afonso Roque faz parte de quase duas mil pessoas que já receberam treinamento do Steps, o Programa Nacional de Abate Humanitário da WSPA, a Sociedade Mundial de Proteção Animal, em parceria com o Ministério da Agricultura.

A adesão aos princípios do abate humanitário não é obrigatória, mas o comércio internacional está ficando cada vez mais exigente quanto às regras de bem-estar animal. A União Europeia, por exemplo, anunciou que a partir de 2012 vai deixar de importar carne de produtores que não respeitarem as normas.

O Steps já passou pelos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro. Além de motoristas como Afonso, vários profissionais ligados à área de produção da carne podem participar.

Desde 2008, uma instrução normativa do Ministério da Agricultura estabelece procedimentos de boas práticas de bem-estar para animais de produção.

As normas do abate humanitário começam ainda na granja. No caso das aves, que são animais muito delicados, a apanha é uma das etapas mais importantes do programa de bem-estar, tanto que na região nem os produtores participam do embarque dos animais. Ele é feito por equipes treinadas especialmente para isso.

As equipes são contratadas pelos frigoríficos, que perceberam que o momento de tirar os frangos da granja é fundamental para garantir a qualidade da carne.

“A maneira correta de colocar o frango dentro da caixa é pegar um por vez, pelo dorso, sobre as asas e colocá-lo de frente para o fundo da gaiola para ele não retornar para fora. Não pode pegar pela asa, pelo pescoço, pelas pernas porque aí causa hematoma e quando ele chega na indústria, pode haver problema na qualidade da carcaça, explica Valdemir Viceli, técnico em agropecuária.

As aves são embarcadas com cuidado em caixas que devem permanecer fechadas durante todo o trajeto para evitar que elas tentem fugir no caminho.

De acordo com os princípios do bem-estar animal, a espera entre a chegada e o abate deve ser de no máximo uma hora. Por isso, os frigoríficos devem ter uma área de descanso: um local fresco e ventilado, com controle de temperatura e umidade.

Em um frigorífico, a sala de abate das aves tem luz azul, fraca, para tornar o ambiente mais calmo. A linha de pendura é automatizada e o método de insensibilização é o de cubas elétricas.

A ave leva um choque, para perder a consciência e não sentir dor na hora da degola. Elas são penduradas pelas pernas, ainda conscientes em ganchos de metal, e são mergulhadas em uma cuba com água por onde passa uma corrente elétrica. O choque causa um efeito temporário de inconsciência e insensibilidade à dor. A morte será causada pela sangria e não pelo choque.

Para a indústria, é vantagem que o bem-estar seja cumprido. Animal que leva pancada ou tem a asa quebrada significa prejuízo.

O programa do Steps para suínos tem os mesmos conceitos e o bom manejo até a sala de abate é muito enfatizado.

A rampa de descida deve ter uma inclinação de no máximo 15 graus e as laterais precisam ser cobertas para o animal não se distrair.
Para convencer os animais a descer do caminhão, os funcionários usam ar comprimido. O barulho assusta e os porcos andam. Para conduzi-los até as baias, tábuas de plásticos ou cortinas bloqueiam a visão do animal. O piso tem que ser antiderrapante e as pessoas que lidam com os animais precisam ter tranquilidade.
Essas mudanças de lugar, da granja para o caminhão, para o frigorífico, costumam ser muito estressantes para os porcos. Por isso, eles precisam de descanso, em área apropriada, com espaço, temperatura controlada, água à vontade e subdivisões nas baias.
A insensibilização dos porcos é parecida com a das aves. Mas sem água. O animal recebe uma corrente elétrica através de dois eletrodos na cabeça e um na altura do coração. O equipamento deve estar sempre ajustado para evitar falhas e um funcionário observa animal por animal para ver se ele realmente foi insensibilizado. Se o sistema não tiver funcionado, é preciso usar um sistema manual. Um inspetor do Ministério da Agricultura acompanha o trabalho para ver se as normas de bem-estar estão sendo cumpridas.
O gerente geral de um frigorífico em Seara, Santa Catarina, diz que o consumidor já consegue identificar uma carne produzida segundo as normas de bem-estar animal. “As agroindústrias precisam se adequar para dar qualidade à carne e conseguir entregar um produto que o mercado externo exige, não esquecendo o mercado interno que é uma fatia de mercado muito importante”, diz Lery Cosmann.
A veterinária Charli Ludke, coordenadora do Steps, explica que o programa de abate humanitário também está acontecendo na China e que os recursos para o treinamento vêm através de doações.
O programa de treinamento de abate humanitário deve ser levado ainda este ano a Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas, Goiás, Bahia, Pará e Rondônia.

domingo, 5 de junho de 2011

Vitamina B12 e sua Importância.



A importância da vitamina B12:
cobalamina (ou cianocobalamina), também conhecida como vitamina B12, tem as seguintes funções no nosso organismo:

  • Necessária à eritropoiese (produção de hemácias e glóbulos vermelhos), e em parte do metabolismo dos aminoácidos e dos ácidos nucleicos;
  • Possui uma função indispensável na formação do sangue;
  • Previne problemas cardíacos e derrame cerebral.
  • Necessária para uma boa manutenção do sistema nervoso.
Segundo a organização norte-americana Food and Nutrition Board, a dose diária de vitamina B12 necessária para o organismo é de 2,4 microgramas (µg) para adultos, 1,2 µg para crianças de até oito anos e 2,8 µg para gestantes e mães que amamentam.

Algumas das principais fontes de vitamina B12 são:

  • Fígado (800% da necessidade diária)
  • Ostras (100g possuem 570% da necessidade diária)
  • Carne de vaca (100g de bife possuem 40% da necessidade diária)
  • Ovos e derivados (1 ovo possui 10% da necessidade diária)
  • Leite e derivados (1 copo possui 15% da necessidade diária)
  • Peixes (100g de Truta tem 40%, 100g de Salmão tem 50%, 100g de Atum tem 15%)
  • Cereais enriquecidos
  • Manteiga e Margarina fortificada
  • Abacate
  • Levedo (100g possuem 40% da necessidade diária)
  • Batata
  • Massas e pães
  • Missô
  • Nori
A soja e seus derivados também possuem a cobalamina em sua constituição, porém, como um análogo inativo de vitamina B12 e portanto inapropriado a digestão humana. Plantas não sintetizam nem armazenam vitamina B12, sendo a principal fonte desta vitamina nos animais por síntese microbiana. A vitamina B12 apenas existe nos vegetais que possuem associação com bactérias que a produzam, o que é mais comum em criações orgânicas. Mesmo assim, a quantidade de B12 nessa plantas cultivadas de forma orgânica é insignificante para as necessidades humanas.

Deficiência de B12 no organismo:
Quando a deficiência de B12 ocorre, geralmente é devido à deficiência na produção do fator intrínseco, necessário para a absorção da cobalamina (vit. B12). A vitamina B12 é necessária para a formação de células vermelhas do sangue bom, a função neurológica e síntese de DNA. Sua deficiência pode provocar anemia perniciosa, cujos sintomas são: alterações neurológicas, progressivas e mortais se não houver tratamento; fraqueza; convulsões e dano irreversível no tecido gástrico. 
Os principais sintomas são: anemia megaloblástica, fadiga, fraqueza, constipação, perda do apetite e perda de peso. A deficiência, quando se inicia, traz prejuízos para a cognição, levando a queixas de dificuldade de concentração, memória e atenção. Ocorre também formigamentos nas pernas e redução da propriocepção. Em casos avançados, leva à confusão mental e até o coma.
Ao contrário da crença popular, existem raros casos diagnosticados de vegetarianos com déficit de B12 por conta dos mecanismos do organismo de reaproveitar e mantê-la no organismo. Porém, principalmente os veganos, devem tomar cuidados especiais, especialmente gestantes, lactantes e idosos, quando a necessidade é maior. Isso sugere que para sua manutenção corporal, é mais importante as questões ligadas ao metabolismo humano do que a quantidade ingerida.

Veganos:

A restrição a fontes vegetais de B12 por veganos revelam ser insuficientes para atender as necessidades diárias. Vários estudos de matérias-primas alimentares vegetarianas têm mostrado que alimentos crus não oferecem nenhuma proteção especial. Infere-se que a B12 análoga presente nos vegetais prejudica a absorção da verdadeira B12, tornando as fontes vegetais insatisfatórias. A Vegan Society recomenda aos veganos consumirem alimentos enriquecidos ou suplementos vitamínicos.
Fonte: Wikipédia

Vendo a importância da vitamína B12 para o nosso organismo e levando em conta a ausência desta na alimentação vegana, a Vegan Society recomenda a utilização de alimentos fortificados ou suplementos vitamínicos.

Para obter todos os benefícios de uma dieta vegan, os vegans deveriam fazer uma das seguintes opções:
  • alimentos fortificados duas ou três vezes por dia para obter pelo menos três microgramas (mg ou mcg) de B12 por dia ou
  • tomar um suplemento de B12 diariamente que forneça pelo menos 10 microgramas ou
  • tomar um suplemento semanal de B12 que forneça pelo menos 2.000 microgramas.

Fonte: Vegan Society


Não existem suplementos de B12 veganos no Brasil.
O Veganicity B12 é fabricado no Reino Unido. Além de não ser testado em animais não contém nenhum ingrediente de origem animal e é aprovado pela Vegan Society.




quarta-feira, 1 de junho de 2011

Virada Sustentável & Segunda Sem Carne


FONTE: Virada Sustentável

A Virada Sustentável é um evento cultural que reúne atrações (música, teatro, dança, instalações, exposições) que têm a sustentabilidade e seus diferentes temas (mudanças climáticas, biodiversidade, água, reciclagem, diversidade, direitos humanos, mobilidade urbana etc) como conteúdo principal.
Realizada pela empresa Virada Sustentável Eventos, em parceria com o poder público local, empresas patrocinadoras e organizações da sociedade civil, a Virada Sustentável é um movimento sem fins lucrativos, que além de promover atrações gratuitas e abertas ao público, estimula e acolhe ações e eventos paralelos aderentes ao conteúdo proposto.
Funciona também como um laboratório de práticas sustentáveis nas cidades por onde passa, estimulando governos e empresas locais a adotarem soluções sustentáveis em temas como mobilidade urbana (caminhada, bicicleta e uso do transporte público), inclusão de pessoas com deficiência (acessibilidade, necessidades especiais) e empoderamento do espaço público (parques e praças).

A Virada Sustentável se compromete a gerir de maneira responsável seus próprios impactos ambientais (compensação de emissões, gestão de resíduos, incentivo à reciclagem), em parcerias estabelecidas com empresas e agentes reconhecidamente capacitados para essa função.
Apartidária e independente de grupos políticos ou interesses econômicos, a Virada Sustentável não aceita a participação direta de empresas ou entidades ligadas aos setores de álcool, tabaco e armamentos, em linha com princípios de responsabilidade social internacionalmente aceitos.
Todas as questões éticas e morais, bem como parcerias e apoios estabelecidos, conteúdo de atrações e estratégias de atuação são submetidas e debatidas pelo Conselho Curador formado por especialistas em sustentabilidade oriundos de diversos segmentos da sociedade.
A Campanha Segunda Sem Carne participará da 1ª edição da ''Virada Sustentável'' promovendo palestras e debates sobre os benefícios da alimentação sem carne e hábitos saudáveis que podem ser facilmente adotados.



FONTE: Portal da Prefeitura de São Paulo



A Campanha Segunda Sem Carne - organizada pela Sociedade Vegetariana Brasileira com apoio da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente - participará da programação de atividades da 1ª edição da Virada Sustentável, que acontecerá nos dias 4 e 5 de junho. As atividades serão realizadas na Livraria Cultura, que fica dentro do Conjunto Nacional, na Avenida Paulista.



A Campanha propõe uma conscientização das pessoas sobre os impactos que o uso de carne para alimentação tem sobre o meio ambiente, a saúde humana e os animais, convidando-as a tirar a carne do prato uma vez por semana e a descobrir novos sabores.

Confira o cronograma de atividades 

4 e 5/6 - durante todo o dia
Um quiosque da Campanha Segunda sem Carne explicará a propsota da campanha, seus fundamentos r dicas de alimentação. Também haverá a distribuição e venda de artigos da Campanha, além da degustação de pratos deliciosos sem carne

4/6 - 18h às 22h
Bate-papos com especialistas na Sala de Cursos da Livraria Cultura Arte. Na ocasião os participantes terão a oportunidade de conhecer mais sobre os motivos para aderir à campanha. Cada especialista se aprofundará em um tema relacionado ao consumo de carnes, conforme a programação:

18h - Meio ambiente e consumo de carnes: qual a relação?

18h45 - Benefícios da alimentação sem carne

19h30 - Cultura de paz e qualidade de vida

20h15 - Alimentação na infância

21h - Comer animais? Uma discussão sobre ética e comportamento